segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Vale muito a pena conferir no CCBB!!!
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Impressionismo: Paris e a Modernidade23 Out a 13 JanLocal: 1º e 2º andar | CCBB RJ Horário: Terça a domingo, das 9h às 21h |
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A exposição traz pela primeira vez ao país uma seleção de 85
obras-primas do acervo do Museu d’Orsay de Paris, um dos mais visitados
museus do mundo, dedicado à arte do século XIX e detentor da mais
importante coleção de impressionistas. A mostra reflete a história da pintura ocidental no período que compreende a segunda metade do século XIX e início do século XX e é dividida em seis módulos – “Paris: a cidade moderna”, “A Vida Urbana e Seus Autores” e “Paris É Uma Festa”, “Fugir da Cidade”, “Convite à Viagem” e “A Vida Silenciosa”, com obras de Camille Pissaro, Claude Monet, Edgar Degas, Edouard Manet, Gustave Coubert, Carot, Henri Toulosse-Lautrec, Jules Lefebvre, Paul Cézanne, Paul Gauguin, Pierre-Auguste Renoir e Vincent Van Gogh, entre outros mestres. No dia 23, às 19h, haverá uma mesa-redonda com a participação dos curadores. O evento é gratuito, com senhas distribuídas uma hora antes do início da palestra. Durante todo o período da exposição, o Programa Educativo desenvolverá ações que acontecerão ao longo do dia em vários espaços do CCBB. Você poderá ser surpreendido com uma destas atividades. O público visitante terá à sua disposição souvenirs confeccionados para a mostra e que estarão à venda para o público em quiosque especialmente montado para o evento. Curadoria: Guy Cogeval (presidente do Museu d’Orsay), Caroline Mathieu (conservadora-chefe do Museu d’Orsay) e Pablo Jimenez Burillo (diretor-geral da Fundación Mapfre). Patrocínio: Banco do Brasil, Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre e BB DTVM. Apoio: Cielo e Brasilprev.
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Vale a pena conferir...
Museu da Vida inaugura a exposição 'O corpo na arte africana'
A cooperação da Fiocruz com os países do continente africano estabeleceu laços nas áreas de educação, pesquisa, saúde e também na arte. Assim, algumas importantes coleções viraram mostra e são exibidas pela primeira vez na exposição O corpo na arte africana, no Museu da Vida, em Manguinhos (RJ). A visitação é franca.
O corpo na arte africana conta com cerca de 140 obras de arte reunidas pelos pesquisadores Wilson Savino, Wim Degrave, Rodrigo Corrêa de Oliveira e Paulo Sabroza. As obras estão divididas em cinco módulos: Corpo individual & Corpos múltiplos; Sexualidade & Maternidade; A modificação e a decoração do corpo; O corpo na decoração dos objetos; e Máscaras como manifestação cultural. A mostra conta ainda com 14 fotografias cedidas pelo colecionador francês Gérard Lévy, com registros que datam do período entre o fim do século 19 e o início do século 20.
A mostra, que conta com apoio da Faperj, ocupa a sala de exposições temporárias do Museu da Vida até o início de 2013 e pode ser visitada de terça a sexta, das 9h às 16h30, por grupos agendados. No sábado, a visitação é livre, das 10h às 16h.
Serviço:
Exposição O corpo na arte africana
Exposição gratuita
Data: 17/9 a início de 2013
Local: Sala de exposições do Museu da Vida
Avenida Brasil, 4.365 - Manguinhos, Rio de Janeiro
Saiba mais.
O corpo humano na cultura e arte africanas é tema de exposição na Fiocruz
Corpo e arte
Exposição única, O Corpo na Arte Africana conta com cerca de 140 obras de arte reunidas pelos pesquisadores Wilson Savino, Wim Degrave, Rodrigo Corrêa de Oliveira e Paulo Sabroza. As obras estão divididas em cinco módulos: “Corpo individual & Corpos múltiplos”; “Sexualidade & Maternidade”; “A modificação e a decoração do corpo”; “O corpo na decoração dos objetos”; e “Máscaras como manifestação cultural”. A mostra conta ainda com 14 fotografias cedidas pelo colecionador francês Gérard Lévy, com registros que datam do período entre o fim do século 19 e o início do século 20.
Para Luisa Massarani, chefe do Museu da Vida, a exposição chama a atenção para a colaboração científica entre o Brasil e países africanos. “Mas buscamos contar esta história de uma forma charmosa e inesperada, tendo como ponto de partida a paixão despertada em pesquisadores brasileiros pela arte africana”, disse. “A mensagem subliminar aqui é que ciência e arte caminham juntas”. “Montar a coleção foi um grande prazer e, agora, poder exibi-la e ajudar na valorização da riquíssima arte africana em nosso país é uma oportunidade incrível”, comenta Savino, um dos colecionadores e curador da exposição.
O módulo “Corpo individual & Corpos múltiplos” mostra que muitas vezes uma estátua não representa um homem ou uma mulher, mas um ser humano completo, com uma parte física e uma parte espiritual. As peças de corpos múltiplos simbolizam a complementaridade dos dois gêneros na reprodução dos humanos e também a cooperação nas atividades humanas, como a agricultura, coleta, pesca ou caça.
Em “Sexualidade & Maternidade”, as peças indicam que a sexualidade entre os povos africanos é bastante associada à fertilidade, o que explica a presença, em diversas etnias, de esculturas simbolizando o “casal primordial”, que teria dado origem a cada linhagem. Já representações associadas à maternidade, abundantes na arte africana, demonstram a importância da fecundidade para a mulher.
No módulo “O corpo na decoração dos objetos”, é mostrado que representações humanas em desenhos, entalhes e esculturas ornamentam vários objetos e utensílios africanos, como instrumentos musicais, cetros, mobiliário, portas, cachimbos, colheres e recipientes. Além da decoração, estes objetos especiais dão prestígio ao dono e muitas vezes refletem a posição hierárquica que ele ocupa.
O módulo “Máscaras como manifestação cultural” aborda o significado de algumas máscaras, que, ao cobrirem o corpo humano ou uma de suas partes, transformariam aqueles que as vestem na encarnação de divindades ou ancestrais.
Gisele Catel, historiadora, antropóloga e também curadora da exposição, enaltece a importância e diversidade da arte africana. “Temos objetos de cerca de 50 etnias e cada uma delas é um universo. Como estamos fazendo uma exposição unindo todas elas, optamos pelo diálogo direto da obra de arte com o público. O acervo desta exposição é resultado de milhares de anos de arte. A civilização africana é muito antiga e sua arte é milenar”.
O Corpo na Arte Africana é uma realização da Presidência da Fiocruz, do Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz e Instituto Oswaldo Cruz, com apoio da Faperj. A mostra ocupa a Sala de Exposições temporárias do Museu da Vida até o início de 2013 e pode ser visitada de terça a sexta, das 9h às 16h30, por grupos agendados. No sábado, a visitação é livre, das 10h às 16h.
O Corpo na Arte Africana
Exposição gratuita
De 17 de setembro de 2012 ao início de 2013
Local: Sala de exposições do Museu da Vida
Visitação: de terça a sexta, das 9h às 16h30, mediante agendamento. No sábado, visitação livre, das 10h às 16h.
Endereço: Av. Brasil, 4365 - Manguinhos - Rio de Janeiro (dentro do campus da Fiocruz e próximo à passarela 6)
Mais informações e agendamento: (21) 2590-6747 e recepcaomv@coc.fiocruz.br.
1.http://portal.fiocruz.br/pt-br/content/museu-da-vida-inaugura-exposi%C3%A7%C3%A3o-o-corpo-na-arte-africana
2.http://www.museudavida.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=mvida&infoid=1786&sid=22
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